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terça-feira, 5 de maio de 2009

GT Campeão



Vou surfar.com.br

Com direito a uma nota 10 na bateria decisiva, contra o catarinense Éder Luciano, o hexacampeão fatura, de maneira brilhante, o Cobra D’Agua Bodyboarding Show Bahia 2009. No pódio, Tâmega sinalizou que continua competindo.

Com direito a uma nota 10 na bateria decisiva, contra o catarinense Éder Luciano, o hexacampeão fatura, de maneira brilhante, o Cobra D’Agua Bodyboarding Show Bahia 2009. No pódio, Tâmega sinalizou que continua competindo. Entre as meninas, a espanhola Eunate Aguirre leva a melhor e a favorita Neymara Carvalho fica em terceiro.

Pára ou não pára? Depois da sensacional vitória do hexacampeão mundial Guilherme Tâmega na etapa baiana do circuito da International Bodyboarding Association (IBA) e de garantir a liderança do ranking, o carioca sinalizou que continuará competindo. Tâmega consagrou-se vencedor do Cobra D’Agua Bodyboarding Show Bahia 2009 no início da tarde de hoje (03), após vencer o catarinense Éder Luciano na Praia de Armação, em Salvador.

A espanhola Eunate Aguirre foi a vencedora da categoria feminina, após derrotar a capixaba Maylla Venturim, pelo escore de 13,50 x 12,50 pontos. Venturim foi a carrasco da conterrânea Neymara Carvalho, tetracampeã mundial e favorita ao título do evento. Outra grande zebra foi a desclassificação do atual campeão do mundo, o baiano Uri Valadão, nas quartas-de-final, para o vice-campeão da prova Éder Luciano.

Debaixo de muita chuva, as disputas deste domingo foram abertas com a primeira bateria das quartas-de-final masculina. Com uma virada nos dois minutos finais sobre o pernambucano Iraí Rodrigues, Tâmega começou a desenhar sua vitória na competição. O próximo passo foi derrotar o “ousado” cearense Fábio Rodrigues na semi, para encarar o carrasco dos baianos na finalíssima.
Além de desclassificar o grande favorito Uri Valadão nas quartas, Luciano havia vencido Israel Salas ontem, nas oitavas.

Tâmega nota 10 continua

Na bateria decisiva não teve para ninguém. Com uma espetacular nota 10 (a segunda do evento – a primeira foi do potiguar Marcus Lima) e uma nota 6,5, o novo líder do ranking deixou o catarinense precisando de nota superior a 8,0. Foi só correr para comemorar e ser ovacionado pelo grande público que compareceu à Armação, apesar da chuva.

Após sair da bateria, Tâmega disse que encerrar a carreira no auge é uma coisa sensacional.
Porém deixou subentendido se sua decisão é pra valer quando se despediu dos baianos com um “até o ano que vem”. Ele estava muito feliz no pódio, elogiou a Bahia, os baianos e a estrutura do evento. Na premiação, foi mais além e disparou que seguiria competindo.

“Essa vitória é muito significante para mim, tive um adversário muito complicado, mas na hora da decisão eu cresço. Isso definitivamente mostra que eu não vou parar, vou seguir no tour. A etapa aqui foi muito boa e quanto mais eventos internacionais tivermos aqui no Brasil, melhor. Quando eu vi aquela onda entrando sabia que sair alguma coisa boa. Consegui um belo tubo e fiz a nota (10)”, disse o campeão.

O catarinense Éder Luciano também não escondeu a felicidade após a decisão com o hexacampeão mundial. O carrasco dos baianos também deixou um conterrâneo para trás, quando derrotou Luiz Villar. “Estou muito feliz, pois este é meu melhor resultado em uma etapa no Brasil. Eu sempre fiz bom resultados nas etapas fora do país, mas dessa vez consegui mandar bem aqui em Salvador.
O evento está de parabéns, estrutura muito boa e tudo correu bem”, diz Luciano.

Além da vitória sobre a capixaba Maylla Venturim, Eunate Aguirre levou para a Espanha a liderança do ranking da IBA. Ela ultrapassou Neymara Carvalho, que foi barrada justamente pela conterrânea Vanturim. “Eu não consigo nem descrever o que estou sentindo. É muito emocionante. Estou muito feliz por ter vencido pela primeira vez na minha carreira. Este é um circuito longo e muito disputado e sei que ainda tenho muito que fazer pela frente, mas agora quero comemorar
essa grande vitória”, desabafa Aguirre.

O Cobra D’Agua Bodyboarding Show Bahia 2009 é uma realização da Dendê Produções e da Axé Mix e conta com o patrocínio do Governo Federal (através da Petrobras), do Governo do Estado da Bahia (através da Bahiatursa e Setur), da Prefeitura de Salvador, do Shopping Iguatemi e Allboards. O evento conta com o apoio da The One, Genesis, Rede Outlight, Mídia Bus, Top Surf, Abreus e Tribu’s. A supervisão é da IBA (International Bodyboarding Association), CBRASB (Confederação Brasileira de Bodyboarding) e FEBEB.

Resultados

Final masculino:
1) Guilherme Tâmega (RJ) 16,00 x 14,50 Eder Luciano (SC)
1º colocado – 1000 pontos e US$ 4000,00/ 2º colocado – 860 pontos e U$ 2800,00

Semifinal masculino:
1) Guilherme Tâmega (RJ) 13,00 x 12,75 Fábio Rodrigues (CE)
2) Eder Luciano (SC) 12,50 x 10,75 Luis Villar (SC)
3º colocado – 730 pontos e US$ 1400,00

Quartas de final masculino:
1) Guilherme Tâmega (RJ) 11,90 x 11,75 Iraí Rodrigues (PE)
2) Fábio Rodrigues (CE) 15,00 x 13,80 Magno Oliveira (ES)
3) Luis Villar (SC) 11,75 x 9,00 Marcus Lima (RN)
4) Eder Luciano (SC) 15,50 x 15,25 Uri Valadão (BA)
5º colocado – 610 pontos e US$ 700,00

Final Feminina:
Eunate Aguirre (Esp) 13,50 x 12,50 Maylla Venturin (ES)
1º colocada – 1000 pontos e US$ 3000,00/ 2º colocada – 860 pontos e US$ 1900,00

Semifinal feminina:
1) Eunate Aguirre (Esp) 13,25 x 12,15 Jéssica Becker (RJ)
2) Maylla Venturin (ES) 10,40 x 8,25 Neymara Carvalho (ES)
3º colocada – 730 pontos e US$ 1250,00

Ranking masculino, após 3 etapas

1) 2985 - Guilherme Tâmega (Brasil)
2) 2303 - Mike Stewart (Havaí)
3) 2277 - Uri Valadão (Brasil)
4) 2145 - Paulo Barcellos (Brasil)
5) 2094 - Lucas Nogueira (Brasil)
6) 2080 - Luis Villar (Brasil)
7) 2000 - Ryan Hardy (Austrália)
8) 1971 - Magno Oliveira (Brasil)
9) 1863 - Rene Xavier (Brasil)
10) Pierre Louis Costes (França)
11) 1685 - Gastão Entrudo (Portugal)
12) 1597 - Airam CabreraIlhas Canárias
13) 1416 - Leonardo Costa (Brasil)
14) 1412 - Emiliano Tabaré (Argentina)
15) 1361 - Rui Pereira (Portugal)
15) 1361 - Stephan Stamm (Brasil)

Ranking Feminino, após 3 etapas:

1) 3580 Eunate Aguirre (Espanha)
2) 3325 Neymara Caralho (Brasil)
3) 2860 LuzMarie Grand Perez (Porto Rico)
4) 2650 Jéssica Becker (Brasil)
5) 2245 Isabela Sousa (Brasil)
6) 2065 Rita Pires (Portugal)
7) 2035 Natasha Sagardia (Porto Rico)
8) 1915 Lummar Guittard (Venezuela)
9) 1790 Maira Viana (Brasil)
10) 1750 Catarina Sousa (Portugal)
11) 1700 Izamar Vivas (Venezuela)
12) 1630 Juliana Freitas (Brasil)
13) 1600 Lorraine Lima (Brasil)
14) 1360 Fabiana Correia (Brasil)
15) 1290 Neuza Mochacho (Portugal)

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Dia bom dos tubos

Fizemos um surf music ontem dia 21 de abril de 2009 no pico secreto dos tubos.
Tava parecendo que ia chuver muito , mas a chuva colaborou e nao chuveu tanto.
West tirou umas boas fotos, vou dar uma palhinha mostrando uma das fotos clicadas.
Na agua tavam os amigos, Diego, Joaquim, Luquinhas, Knot, Magalhaes e Guiga





domingo, 19 de abril de 2009

Andre Bothe na Capa

Andre bothe esta estampando várias capas de revistas de bodyboarding. 

sábado, 18 de abril de 2009

GT em decisão extrema

GT vem cogitando parar de uma vez no circuito mundial, isso devido a falta de patrocínio.
Ele ja disse que dinheiro tem de sobra , mas que não vai tirar do seu proóprio dinheiro para bancar o circuito. Estão fazendo uma campanha para ver quem patrocina o atleta.
Quais as marcas estariam disponíveis ?

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Sobre a etapa de Shark

Escrito Por Caju Bodyboarding

Hoje, a Austrália é a principal potência econômica do Bodyboarding. Mas mesmo com um mercado privilegiado e as marcas mais vendidas, o país não conseguiu dinheiro suficiente para a realização de, ao menos, uma etapa válida para o circuito mundial. Mark Fordham, o responsável pela realização e promoção do campeonato de Shark Island, conseguiu somente U$10.000 como premiação. Mesmo esse valor sendo o maior entre todos os campeonatos de Bodyboarding na Austrália, essa quantia não foi suficiente para atingir o valor mínimo, de U$20.000, estabelecido pela Associação Internacional de Bodyboarding (IBA).

O Brasil, um país de terceiro mundo, conseguiu verba suficiente para sediar diversas etapas em 2009, com pelo menos duas já confirmadas. Como a Austrália, um país de primeiro mundo, com um mercado repleto de marcas exportadas mundialmente não consegue realizar sequer uma etapa do circuito mundial? A resposta mais lógica é a atual crise que assola a economia mundialmente. Desde 2003, a Austrália só consegue dinheiro suficiente para realizar um evento válido para o Tour. Se não fosse pela Human - marca de calçados -, era bem capaz queaustralianos não sediassem nenhuma etapa do circuito mundial há anos.

A possível razão é de que o circuito mundial deixou de ter o prestígio que teve no passado. Surfar ondas de consequência passou a ser o novo destaque na mídia. O Tour possui poucas etapas que proporcionam verdadeiro espetáculo. As outras ocorrem geralmente em condições bem aquém do que os patrocinadores desejam. Público na areia não significa retorno algum. A maioria das pessoas que vai à praia, não vai para assistir ao campeonato, vai para passar o dia, se divertir. Para as pessoas comuns, um evento fica em segundo plano. Se as ondas são ruins, então, é difícil o público ficar entretido.

Para os patrocinadores, vale muito mais investir em um atleta para que ele viaje, e consiga imagens em ondas boas, do que competir em ondas ruins que não darão retorno. Porém, na Austrália, existem diversas picos com qualidade acima da média, como a própria onda de Shark Island. Só que mesmo assim as marcas não mostraram interesse em apoiar o evento, sabe-se lá o motivo. Nos anos anteriores, nenhuma marca, ou uma união de marcas, se propôs a organizar mais um evento australiano válido para o Tour. Lembrando que a crise só começou no fim do ano passado. Por isso, eu acho que existe muito mais impedindo a realização do evento do que somente a atual crise. Pode ser que o circuito mundial não seja atrativo para que as empresas invistam nele.

Terry Mckenna foi o alvo da maioria das críticas em razão do evento não ser mais válido para o circuito mundial. Segundo Mark Fordham, o comitê de atletas foi quem vetou a realização da etapa, mesmo que ela fosse um evento especial. E foi o comitê que proibiu os atletas que participaram em pipe, e que vão participar nas etapas brasileiras de competir no evento de Shark Island. Quem desobedecer a regra, será banido da IBA por um ano. O evento em Cronulla ainda vai acontecer, mas sem a participação dos principais bodyboarders do mundo. Ainda segundo Fordham, McKenna tentou, mas sem sucesso, que o campeonato de Shark fizesse parte do Tour.
Posted by at 21:46:26 |

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Ea

Ea.
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Saiu uma matéria minha no site ( VouSurfar )
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Onde eu apresento a manobra secreta " Cocada "
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Abaixo segue o link da matéria.
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Confiram
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http://www.vousurfar.com.br/noticias/bodyboarding/09.04.09_milazzo/pagina.html




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Shark Island vai para lado de fora.

Shark Island - Australia nao participaraá do tour mundial de 2009

Terry Mckenna sobre o cancelamento de Shark Island. "Temos que zelar por uma entidade séria e competente, que tenha regras para fazer os eventos. Caso o organizador faça um evento de menor porte e os atletas que participaram da etapa de Pipeline e das etapas seguintes venham a competir em shark, sofrerão uma punição de no mínimo 12 meses afastados dos eventos"
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Segundo o informe no site da instituição, a organização do evento em Shark não entrou em entendimento com a IBA, que exigiu o padrão da regra para fazer a etapa de Grand Slam, com a estrutura e premiação devida.


A organização não conseguiu a estrutura necessária alegando dificuldade para obtenção de recursos. Mas a IBA decidiu em cancelar o evento em 2009, podendo ser realizado em 2010.