GT vem cogitando parar de uma vez no circuito mundial, isso devido a falta de patrocínio.
Ele ja disse que dinheiro tem de sobra , mas que não vai tirar do seu proóprio dinheiro para bancar o circuito. Estão fazendo uma campanha para ver quem patrocina o atleta.
Quais as marcas estariam disponíveis ?
Blog do atleta e bodyboarder Henrique Milazzo. Aqui você vai poder conferir: fotos, vídeos, notícias, de tudo que acontece no mundo do Bodyboarding !!! ƒ -> www.henriquemilazzo.blogspot.com
sábado, 18 de abril de 2009
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Sobre a etapa de Shark
Escrito Por Caju Bodyboarding
Hoje, a Austrália é a principal potência econômica do Bodyboarding. Mas mesmo com um mercado privilegiado e as marcas mais vendidas, o país não conseguiu dinheiro suficiente para a realização de, ao menos, uma etapa válida para o circuito mundial. Mark Fordham, o responsável pela realização e promoção do campeonato de Shark Island, conseguiu somente U$10.000 como premiação. Mesmo esse valor sendo o maior entre todos os campeonatos de Bodyboarding na Austrália, essa quantia não foi suficiente para atingir o valor mínimo, de U$20.000, estabelecido pela Associação Internacional de Bodyboarding (IBA).
O Brasil, um país de terceiro mundo, conseguiu verba suficiente para sediar diversas etapas em 2009, com pelo menos duas já confirmadas. Como a Austrália, um país de primeiro mundo, com um mercado repleto de marcas exportadas mundialmente não consegue realizar sequer uma etapa do circuito mundial? A resposta mais lógica é a atual crise que assola a economia mundialmente. Desde 2003, a Austrália só consegue dinheiro suficiente para realizar um evento válido para o Tour. Se não fosse pela Human - marca de calçados -, era bem capaz queaustralianos não sediassem nenhuma etapa do circuito mundial há anos.
A possível razão é de que o circuito mundial deixou de ter o prestígio que teve no passado. Surfar ondas de consequência passou a ser o novo destaque na mídia. O Tour possui poucas etapas que proporcionam verdadeiro espetáculo. As outras ocorrem geralmente em condições bem aquém do que os patrocinadores desejam. Público na areia não significa retorno algum. A maioria das pessoas que vai à praia, não vai para assistir ao campeonato, vai para passar o dia, se divertir. Para as pessoas comuns, um evento fica em segundo plano. Se as ondas são ruins, então, é difícil o público ficar entretido.
Para os patrocinadores, vale muito mais investir em um atleta para que ele viaje, e consiga imagens em ondas boas, do que competir em ondas ruins que não darão retorno. Porém, na Austrália, existem diversas picos com qualidade acima da média, como a própria onda de Shark Island. Só que mesmo assim as marcas não mostraram interesse em apoiar o evento, sabe-se lá o motivo. Nos anos anteriores, nenhuma marca, ou uma união de marcas, se propôs a organizar mais um evento australiano válido para o Tour. Lembrando que a crise só começou no fim do ano passado. Por isso, eu acho que existe muito mais impedindo a realização do evento do que somente a atual crise. Pode ser que o circuito mundial não seja atrativo para que as empresas invistam nele.
Terry Mckenna foi o alvo da maioria das críticas em razão do evento não ser mais válido para o circuito mundial. Segundo Mark Fordham, o comitê de atletas foi quem vetou a realização da etapa, mesmo que ela fosse um evento especial. E foi o comitê que proibiu os atletas que participaram em pipe, e que vão participar nas etapas brasileiras de competir no evento de Shark Island. Quem desobedecer a regra, será banido da IBA por um ano. O evento em Cronulla ainda vai acontecer, mas sem a participação dos principais bodyboarders do mundo. Ainda segundo Fordham, McKenna tentou, mas sem sucesso, que o campeonato de Shark fizesse parte do Tour.
Posted by at 21:46:26 |
O Brasil, um país de terceiro mundo, conseguiu verba suficiente para sediar diversas etapas em 2009, com pelo menos duas já confirmadas. Como a Austrália, um país de primeiro mundo, com um mercado repleto de marcas exportadas mundialmente não consegue realizar sequer uma etapa do circuito mundial? A resposta mais lógica é a atual crise que assola a economia mundialmente. Desde 2003, a Austrália só consegue dinheiro suficiente para realizar um evento válido para o Tour. Se não fosse pela Human - marca de calçados -, era bem capaz queaustralianos não sediassem nenhuma etapa do circuito mundial há anos.
A possível razão é de que o circuito mundial deixou de ter o prestígio que teve no passado. Surfar ondas de consequência passou a ser o novo destaque na mídia. O Tour possui poucas etapas que proporcionam verdadeiro espetáculo. As outras ocorrem geralmente em condições bem aquém do que os patrocinadores desejam. Público na areia não significa retorno algum. A maioria das pessoas que vai à praia, não vai para assistir ao campeonato, vai para passar o dia, se divertir. Para as pessoas comuns, um evento fica em segundo plano. Se as ondas são ruins, então, é difícil o público ficar entretido.
Para os patrocinadores, vale muito mais investir em um atleta para que ele viaje, e consiga imagens em ondas boas, do que competir em ondas ruins que não darão retorno. Porém, na Austrália, existem diversas picos com qualidade acima da média, como a própria onda de Shark Island. Só que mesmo assim as marcas não mostraram interesse em apoiar o evento, sabe-se lá o motivo. Nos anos anteriores, nenhuma marca, ou uma união de marcas, se propôs a organizar mais um evento australiano válido para o Tour. Lembrando que a crise só começou no fim do ano passado. Por isso, eu acho que existe muito mais impedindo a realização do evento do que somente a atual crise. Pode ser que o circuito mundial não seja atrativo para que as empresas invistam nele.
Terry Mckenna foi o alvo da maioria das críticas em razão do evento não ser mais válido para o circuito mundial. Segundo Mark Fordham, o comitê de atletas foi quem vetou a realização da etapa, mesmo que ela fosse um evento especial. E foi o comitê que proibiu os atletas que participaram em pipe, e que vão participar nas etapas brasileiras de competir no evento de Shark Island. Quem desobedecer a regra, será banido da IBA por um ano. O evento em Cronulla ainda vai acontecer, mas sem a participação dos principais bodyboarders do mundo. Ainda segundo Fordham, McKenna tentou, mas sem sucesso, que o campeonato de Shark fizesse parte do Tour.
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Ea
Ea.
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Saiu uma matéria minha no site ( VouSurfar )
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Onde eu apresento a manobra secreta " Cocada "
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Abaixo segue o link da matéria.
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Confiram
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http://www.vousurfar.com.br/noticias/bodyboarding/09.04.09_milazzo/pagina.html
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Saiu uma matéria minha no site ( VouSurfar )
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Onde eu apresento a manobra secreta " Cocada "
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Abaixo segue o link da matéria.
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Confiram
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http://www.vousurfar.com.br/noticias/bodyboarding/09.04.09_milazzo/pagina.html
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Shark Island vai para lado de fora.
Shark Island - Australia nao participaraá do tour mundial de 2009
Terry Mckenna sobre o cancelamento de Shark Island. "Temos que zelar por uma entidade séria e competente, que tenha regras para fazer os eventos. Caso o organizador faça um evento de menor porte e os atletas que participaram da etapa de Pipeline e das etapas seguintes venham a competir em shark, sofrerão uma punição de no mínimo 12 meses afastados dos eventos"
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Segundo o informe no site da instituição, a organização do evento em Shark não entrou em entendimento com a IBA, que exigiu o padrão da regra para fazer a etapa de Grand Slam, com a estrutura e premiação devida.
A organização não conseguiu a estrutura necessária alegando dificuldade para obtenção de recursos. Mas a IBA decidiu em cancelar o evento em 2009, podendo ser realizado em 2010.
Terry Mckenna sobre o cancelamento de Shark Island. "Temos que zelar por uma entidade séria e competente, que tenha regras para fazer os eventos. Caso o organizador faça um evento de menor porte e os atletas que participaram da etapa de Pipeline e das etapas seguintes venham a competir em shark, sofrerão uma punição de no mínimo 12 meses afastados dos eventos"
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Segundo o informe no site da instituição, a organização do evento em Shark não entrou em entendimento com a IBA, que exigiu o padrão da regra para fazer a etapa de Grand Slam, com a estrutura e premiação devida.
A organização não conseguiu a estrutura necessária alegando dificuldade para obtenção de recursos. Mas a IBA decidiu em cancelar o evento em 2009, podendo ser realizado em 2010.
terça-feira, 31 de março de 2009
Piadas de um Jhonny
" O que a Baiana de acarajé disse para o menino que tava fazendo um buraco na parede ???
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VATAPÁ, VATAPÁ"
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
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VATAPÁ, VATAPÁ"
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
segunda-feira, 30 de março de 2009
Vídeos Boogie
Abaixo lista de vídeos interessantes, destaque para o Vídeo dr Ryan Hardy , todo feito na indonesia.
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